Se encontre, se perca, se deite e sonhe. Dance e olhe para dentro. Olhe para nunca se esquecer de quem és.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Prazeres Inesquecíveis

Tinha tempo que eu não pensava em coisas que me trazem saudade. Acho que, na verdade, não deixei de pensar, só evito. Existem lembranças tão nostálgicas que nos arrebatam de onde estivermos para nos levar ao momento. Ouvir música, desenhar, pintar, ler...Muitas coisas que amo fazer e que fazem falta. Virar a noite num bate papo sem fim com minha melhor amiga (a mesma que tinha passado o dia todo do meu lado, rs. Nossas conversas nunca tinham fim). Dançar, acampar...essa última é uma das duas coisas pelas quais me apaixonei em Agosto de 2008. Eu e o Rafa já acampamos algumas vezes e hoje, depois de ler o desabafo de um amigo dizendo que precisava acampar, percebi que também preciso, rs...
Cada um dos lugares me proporcionou inúmeras experiências e reflexões. Muitas de minhas descobertas sobre a felicidade aconteceram em momentos de pura observação do mar e das pessoas vivendo em lugares quase desertos. Um a um desses momentos preencheram minha alma com sorrisos e sentimentos de plenitude, apesar do aparente "nada" ao redor. Meu corpo e mente ficavam cheios do que precisavam ficar: tranquilidade e paz. Banho frio, areia, prato-feito, sol, chuva, pontes, trilhas, cachoeiras, ondas. Milhares de sensações.
Ah, pra quem não sabe, a outra coisa pela qual me apaixonei em Agosto de 2008, é o Rafa!
Boa noite amigos!
Quem sabe não surge um acampamento em breve.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Metáfora?

"Era uma noite lindíssima e eu e uma amiga estávamos conversando e olhando o céu. De repente eu percebi que o céu começou a mudar. Foi muito rápido, as estrelas ficaram mais fortes e mais próximas e começaram a tomar forma de cometa. Dalí em diante começou a correria. As estrelas estavam caindo do céu. Tinha uma televisão ligada em algum lugar perto de nós e as imagem já eram ao vivo. Em todo o mundo os cometas tinham atingido a terra e destruído milhares de montanhas. Aparentemente  não tinham atingido as cidades, mas o local onde eu estava tinha virado escombros, pois o chão tinha tremido muito. As pessoas estavam com muito medo e sem saber o que fariam de suas vidas. Minha amiga, usando uma inesperada roupa de ginastica, andava por cima de pedaços de concretos tentando entender o que tinha acontecido e eu estava atônita, parada por completo, porque eu não sabia nem onde minha família estava. De alguma forma eu tinha uma certeza: ninguém tinha morrido e nosso maior problema seria viver naquela miséria e destruição que havia sobrado. No meio da confusão passou um mulher que, de algum jeito, eu sabia que tinha a resposta para a minha dúvida e fui atrás dela pra saber como deveria agir. A essa altura minha amiga tinha sumido naquele lugar que parecia a garagem de um prédio. Abordei a mulher e perguntei, desesperada, como sobreviveríamos a aquilo tudo, sem comida e água, sem ter onde morar e ela me perguntou se eu era membro de uma rede social que agora não me recordo bem o nome. Eu respondi que não. Que ninguém na minha casa gostava de redes sociais e que por isso nunca aderiamos. Sabe o que ela me respondeu? - Então vocês morrerão! Redes Sociais servem para isso. Não vou fazer nada por você e ninguém vai."
Aí eu acordei!