Se encontre, se perca, se deite e sonhe. Dance e olhe para dentro. Olhe para nunca se esquecer de quem és.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Ser sozinho

Nós somos como viemos a esse mundo. Um corpo que sente o tangível e intangível. Um corpo que pode chorar as alegrias e tristezas, que pode sentir a energia de outros corpos e o calor dessas relações. Porém somos como viemos: únicos, unitários e individuais. Somos senhores de nossas carências e planos, assim como a realização destes também depende da nossa força. Muitas vezes isso parece amendrontador, porém quando penso no Deus amoroso e amigo no qual creio, vejo que, na verdade, minha mente, alma e corpo nunca estão sozinhos de fato. É magnífico!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Porque gosto?


Gosto porque gosto de comédias-românticas, de filmes infantis e edredon com cheirinho de amaciante. Gosto de contos, incluindo os de fadas, gosto de romances e auto-ajudas. Gosto e, como gosto, de cartinhas em ocasiões especiais (e também fora delas), presentinhos, bombons e balinhas pelo simples fato de ter sido lembrada. Gosto de acreditar que Deus existe. Gosto quando meu amor me dá beijinhos na testa ou na bochecha, é tão suave! Gosto de acreditar que as emoções que permeiam minhas relações, são a chave para fa elicidade e permanência dos sonhos e que, apesar de possíveis sofrimentos, sempre terei a memória como artifício de resgate de alegrias vividas nessa terra.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Celular

Essa coisa que em nada se parece com nosso organismo e que está, aparentemente, desconectado de nossas funções vitais, na verdade está mais ligado a nosso corpo do que podemos imaginar. Experimenta esquecer o celular em casa por um dia inteiro. Você não vai poder mandar mensagem nem receber e nem ligar pra ninguém porque, mesmo que exista um telefone fixo bem na sua frente, você não decorou os números das pessoas, hehehe...E isso não é o pior. Ainda achamos que todas as pessoas do mundo tem o dever de estarem coladas ao celular 24h/dia, por que quando ligamos e não somos atendidos...aff..."pra que essa pessoa tem celular se não atende", uahuahauh...é uma maluquice, mas é verdade!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Hoje já sinto a diferença em relação a quando era criança e as estações eram tão definidas! Aqui em Madalena, os verões eram quentes e de chuvas torrenciais no meio da tarde. Eu adora ficar na janela vendo os raios e ouvindo os trovões. Confesso que não me lembro muito do outono. Os dias de inverno eram os mais bonitos quando fazia sol e os mais severos quando o frio chegava. Quando vinha a primavera sabíamos que o frio que gelava nossos ossos ia dar uma trégua e que a neblina que fazia a pedra Dubois sumir, seria cada vez mais rara. Não sei mais se as folhas caem no outono e se as chuvas de março ainda acontecem. Que Setembro venha e nos prepare belas flores, rs! Beijos