Antes de mais nada quero começar fazendo um pedido: feche os olhos e prometa pra si mesmo que nunca deixará sua felicidade sair pela janela. Diga assim "Minha alegria está em mim e é aqui que ela vai estar pra sempre". Fez? Ok, agora sim posso dizer o que vim dizer.
Não está sendo fácil me despedir e não é de hoje que sei que essa hora chegaria. Pra falar a verdade eu sempre soube que a dança não era a melhor escolha pela ótica da minha família e sempre imaginava o momento que teria que deixá-la, porém meu amor e desejo de viver minutos de felicidade me fizeram estar durante os último 6 anos e meio mergulhada nela. Ela, que eu ainda não entendi porque vivi e não vivo mais, ela que não quero mais, mas que dói quando penso que logo estarei longe: "Minha Dança". Tudo bem que não se pode separar o corpo da alma e por isso jamais estarei longe da aventura de dançar até mesmo parada - uma das casas da poesia é meu coração.
Hoje defini um novo plano de vida, talvez não tão bonito e invisível, mas um tanto mais consistente, como diria a minha mãe. Não sei se a palavra é essa e na certa também não sei se de fato será ou não mais consistente. O fato é que estou me afastando da dança afim de manter um relacionamento meio platônico com ela, já que de agora em diante, traço outros desenhos no meu futuro. Até já exclui do meu "favoritos" os sites de mestrado em artes...e tudo mais que me envolve com ela. É como uma história de amor que acaba de repente, mas nesse caso um dos dois ainda ama. Não sei se estou triste e na verdade nem sei se deveria estar. A sensação é tão qual se afastar de alguém que te acaricia a todo tempo. Fica um vazio de carência, mas que não precisa ser amor.
Enfim, esquecendo um pouco as metáforas, a verdade é que estou voltando pra minha casa depois de quase 8 anos. É um susto, por ser de repente, mas que reais mudanças não são assim?
Estou fazendo uma escolha pensando nos meus desejos de mulher e futura mãe de três. Neste momento, a saudade antecipada do homem da minha alegre vida é que tem doído um pouco mais do que deveria, mas somos amor puro, carinho e amizade. Vamos continuar fortes. Ei de estar acolá, amando, vivendo, visitando minha alegria interior todas as manhãs.
Talvez um dia eu volte.
Obrigada!
Não está sendo fácil me despedir e não é de hoje que sei que essa hora chegaria. Pra falar a verdade eu sempre soube que a dança não era a melhor escolha pela ótica da minha família e sempre imaginava o momento que teria que deixá-la, porém meu amor e desejo de viver minutos de felicidade me fizeram estar durante os último 6 anos e meio mergulhada nela. Ela, que eu ainda não entendi porque vivi e não vivo mais, ela que não quero mais, mas que dói quando penso que logo estarei longe: "Minha Dança". Tudo bem que não se pode separar o corpo da alma e por isso jamais estarei longe da aventura de dançar até mesmo parada - uma das casas da poesia é meu coração.
Hoje defini um novo plano de vida, talvez não tão bonito e invisível, mas um tanto mais consistente, como diria a minha mãe. Não sei se a palavra é essa e na certa também não sei se de fato será ou não mais consistente. O fato é que estou me afastando da dança afim de manter um relacionamento meio platônico com ela, já que de agora em diante, traço outros desenhos no meu futuro. Até já exclui do meu "favoritos" os sites de mestrado em artes...e tudo mais que me envolve com ela. É como uma história de amor que acaba de repente, mas nesse caso um dos dois ainda ama. Não sei se estou triste e na verdade nem sei se deveria estar. A sensação é tão qual se afastar de alguém que te acaricia a todo tempo. Fica um vazio de carência, mas que não precisa ser amor.
Enfim, esquecendo um pouco as metáforas, a verdade é que estou voltando pra minha casa depois de quase 8 anos. É um susto, por ser de repente, mas que reais mudanças não são assim?
Estou fazendo uma escolha pensando nos meus desejos de mulher e futura mãe de três. Neste momento, a saudade antecipada do homem da minha alegre vida é que tem doído um pouco mais do que deveria, mas somos amor puro, carinho e amizade. Vamos continuar fortes. Ei de estar acolá, amando, vivendo, visitando minha alegria interior todas as manhãs.
Talvez um dia eu volte.
Obrigada!